segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Big Sorteio no Blog Bella Bear Criações!

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 Boa sorte!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Era uma vez um cacto, que se apaixonou por um balão. Um amor impossível surgia, afinal qualquer toque do cacto no frágil balão o faria acabar para sempre. Os dois sempre conversavam e expressavam o quanto um amava o outro, mas como não podia haver nem um abraço, um beijo, aquele romance não foi pra frente e teve um fim. O cacto desapareceu, o balão ficou desolado.
Meses depois um belo cacto, liso como vidro bate à porta do balão:
Balão: Olá, em que posso ajudá-lo?
Cacto: Não está me reconhecendo?
Balão: É você meu amor?
Cacto: Sim, sou eu.
O abraço foi instatânio, ambos se amavam mais que tudo, foi o melhor momento daquele romance.
Balão: Mas amor, o que houve com seus espinhos?
Cacto: Me dei ao trabalho de arrancar um por um.
Balão: E não doeu meu amor?
Cacto: Doeu, e muito, mas por você eu faria, mesmo que seja a pior dor do mundo.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

“Uma mãe e sua filha estavam caminhando pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou: “Como se faz para manter um amor?” A mãe olhou para a filha e respondeu: “Pega um pouco de areia e fecha a mão com força…” A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava entre seus dedos. E então disse: “Mamãe, mas assim a areia cai!” Sua mãe a responde: “Eu sei, agora abra completamente a mão…”
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão. E disse: “Assim também não consigo mantê-la na minha mão!” A mãe, sempre a sorrir disse-lhe: “Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para dar-lhe liberdade.”
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. É assim que se faz durar um amor…”
Então, não perca seu tempo comigo. Eu não sou um corpo que você achou na noite. Eu não sou uma boca que precisa ser beijada por outra qualquer. Eu não preciso do seu dinheiro. Muito menos do seu carro. Mas, talvez, eu precise dos seus braços fortes. Das suas mãos quentes. Do seu colo pra eu me deitar. Do seu conselho quando meu lado menina não souber o que fazer do meu futuro. Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo.
Caio Fernando Abreu